terça-feira, 31 de maio de 2016

Decálogo do texto: Webfolios reflexivos: contributos para o desenvolvimento profissional do professor

Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação
Departamento de Educação
Campus IV – Rio Tinto
Disciplina: Avaliação de aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino

Decálogo do texto: Webfolios reflexivos: contributos para o desenvolvimento profissional do professor
1 – A prática reflexiva e a participação crítica são orientações prioritárias da formação de professores.
Comentário: Eles devem fazer isso para obterem sua formação.

2 -  O webfolio reflexivo ao serviço do desenvolvimento profissional.
Comentário: Deve ser usado para facilitar a formação profissional.

3 – O pensamento e as práticas reflexivas sobre si mesmo permitem ao docente ter continuidade na evolução.
Comentário: Essas práticas ajudam o docente a evoluir ainda mais.

4 – A formação de professores é uma área de conhecimento e de investigação.
Comentário: A busca de conhecimentos é necessária para a formação de professores.

5 – O portefólio reflexivo é compreendido como instrumento facilitador dos processos de auto e heteroavaliação.
Comentário: O portefólio Ajuda em cada processos de auto e heteroavaliação.

6 – A característica mais importante do portefólio de ensino é a narrativa de autoavaliação do professor.
Comentário: O professor tem que se auto avaliar.

7 – A interação facilita o desenvolvimento colaborativo dos portefólios.
Comentário: Interagir ajuda na produção de portefólios.

8 – O avanço tecnológico e a emergência de aplicações para a Web reorientam tendências.
Comentário: Sempre que as tecnologias se atualizam a web também se atualiza.

9 – A construção deste webfolio teve como pressupostos: a exploração criativa da apresentação dos conteúdos.
Comentário: Tem que ter criatividade para apresentar os conteúdos que seram apresentados.

10 – O investimento de cada participante na construção da sua profissionalidade.
Comentário: O profissional deve sempre buscar mais conhecimentos para se tornar um profissional melhor.
Referência:

Moreira, J. R., & Ferreira, M. J. (2011). Webfolios reflexivos: contributos para o desenvolvimento profissional do professor. Educação, Formação & Tecnologias, 4(2), 61-75[Online], disponível a partir de http://eft.educom.pt. 

Estudo do Texto: Situando o portfólio

Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação
Disciplina: Avaliação de Aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino

Estudo do Texto: Situando o portfólio

1-      O que é um Portfólio?
R: É um dos procedimentos de avaliação condizentes com a avaliação formativa.

2-      Outras formas de denominar o Portfólio?
R: Porta-fólio ou portfólio, é uma “pasta de cartão usada para guardar papéis, desenhos, estampas etc”. Conjunto ou coleção daquilo que está ou pode ser guardado.

3-      De onde se originou o uso do Portfólio em educação?
R: Originariamente, o portfólio é uma pasta grande e fina em que os artistas e os fotógrafos iniciantes colocam amostras de suas produções. Em educação, o portfólio apresenta várias possibilidades; uma delas é a sua construção pelo aluno.

4-      Diferença entre Portfólio de arquivo de trabalhos?
R: Um arquivo é simplesmente uma coleção de trabalhos dos alunos. Um portfólio não é apenas um arquivo, mas é parte de um processo de avaliação que ensina os alunos a avaliar e apresentar seus próprios trabalhos.

5-      Alguns objetivos comuns quanto ao uso do Portfólio.
R: - Procuram motivar os alunos menos capazes ao fornecer-lhes “algo para mostrar por seus esforços”, além do que poderia, de outra forma, ser uma série decepcionante de notas e níveis;
- Estimulam e apresentam alguma forma de reconhecimento dos resultados e êxitos além do domínio acadêmico;
- Fornecem evidências mais diversificadas da competência do aluno e do sucesso ao público externo, como pais e empregadores.
6-      Cite os cinco elementos que o trabalho como Portfólio oferece.
R: - Em primeiro lugar, cabe destacar que o uso do portfólio beneficia qualquer tipo de aluno: o desinibido, o tímido, o mais e o menos esforçado.
- Em segundo lugar, os alunos declaram sua identidade, isto é, mostram-se não apenas como alunos, mas como sujeitos dispostos a aprender.
- Em terceiro lugar, as atividades escolares levam em conta as experiências vividas pelo aluno fora da escola, dando sentido à sua aprendizagem.
- Em quarto lugar, o aluno percebe que o trabalho escolar lhe pertence; portanto, cabe-lhe responsabilidade por sua execução.
- Em quinto lugar, como o portfólio motiva a aluno buscar formas diferentes de aprender, suas produções revelam suas capacidades e potencialidades, as quais poderam ser apreciadas por várias pessoas.
7-      Quais os princípios norteadores para o trabalho com o Portfólio? Explique cada um deles.
R: - Decide se a prova será inteiramente objetiva ou subjetiva ou se serão incluídas questões dos dois tipos;
- Seleciona os conteúdos das questões;
- Determina o dia e o horário da sua aplicação, sua duração e o espaço a ser utilizado pelo aluno para dar suas respostas.
8-      Segundo a autora Klenowski, o trabalho com o Portfólio se baseia em seis princípios. Quais são?
R: - Promove nova perspectiva de aprendizagem;
- É um processo;
- Incorpora análise do desenvolvimento da aprendizagem;
- Requer auto-avaliação;
- Encoraja a seleção e a reflexão do aluno sobre o seu trabalho;
- Considera os professores como facilitadores da aprendizagem.

9-      O trabalho com o Portfólio pode ser feito por um professor ou somente por vários?
R:Não é necessário que todos os professores de uma mesma escola iniciem o trabalho ao mesmo tempo. O necessário é que a equipe compartilhe a mesma fundamentação teórica.
10-  Como ajudar os alunos avaliar o seu próprio trabalho com o Portfólio?
R:Cabe ao professor orientá-los na descoberta dos requisitos necessários à produção de um trabalho considerado adequado.
11-  Quais os componentes de um Portfólio?
R:Os componentes são as melhores produções do aluno, por ele próprio selecionadas, com base nos objetivos de aprendizagem e nos critérios de avaliação formulados com sua participação. Os primeiros itens a serem colocados no portfólio são as produções iniciais obtidas no começo do ano.
12-  O professor deve inserir itens no Portfólio do aluno?
R:Essa inserção é questionável. Ela poderia fazer com que o aluno sentisse que aquele trabalho não lhe pertence inteiramente.
13-  Quais alguns descritores de avaliação do Portfólio em cursos superiores?
R: - Cumpre os propósitos gerais
- Cumpre o propósito específico
- Apresenta análise do material incluído
- Apresenta textos escritos com correção.
14-  Quais algumas dificuldades citadas pela autora na construção de Portfólios nos cursos superiores?
R: - A sobrecarga de trabalho para mim e o engajamento dos alunos.
- A tendência que os alunos têm de dar ao portfólio o formato de coletânea de textos e relatos.
- A falta de hábito dos alunos de escrever.
- Falta de tempo.
15-  Trabalhar com o Portfólio significa assumir riscos. Quais riscos a autora menciona no texto estudado?
R: - Trata-se de um procedimento de uso recente; poucos professores e escolas o conhecem ou já o desenvolveram;
- Pelo fato de o portfólio quase não ser conhecido por pais e alunos, a tendência é a manutenção da crença de que a prova é o procedimento mais sério;
- A decisão de usar o portfólio deve partir da escola. O planejamento do trabalho deve ser de sua responsabilidade. Os órgãos gestores deverão fornecer a ajuda solicitada por ela.


Referência:

VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.








Decálogo do texto: Webfolios – instrumentos de ‘avaliação autêntica’

Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação
Departamento de Educação
Campus IV – Rio Tinto
Disciplina: Avaliação de aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino
Decálogo do texto: Webfolios – instrumentos de ‘avaliação autêntica’

1 – O webfolio é uma versão eletrônica do portefólio.
Comentário: Por que cada um apresenta diferentes trabalhos desenvolvido.

2 – Ao construir o seu web/portefólio, o estudante transforma-se num agente efectivo do seu processo de aprendizagem.
Comentário:  O estudante passa a ser mais formativo e criativo em cada processo de aprendizagem.

3 – O uso do portefólio traduziu-se numa mudança das abordagens quantitativas para as qualitativas na avaliação das aprendizagens.
Comentário: Passou a ser melhor porque com essas qualidades gera mais conhecimentos para a avaliação em cada aprendizagem.

4 - O professor é um transmissor de conhecimentos num horário pré-fixado.
Comentário: O professor tem o horário estipulado para passar tudo o que ele sabe.
5 – Ao aluno competirá tentar adquirir o conhecimento transmitido.
Comentário: O aluno vai adquirir conhecimento de acordo com a sua capacidade.

6 – Os testes sumativos avaliam práticas atomizadas do conhecimento.
Comentário: é preciso passar por testes para avaliar as práticas de cada conhecimento.

7 - A ‘avaliação autêntica’ pode promover oportunidades de aprendizagem para além da sala de aula.
Comentário: Não só em sala de aula como também em outros ambientes de aprendizagem.

8 – A escola deve chamar a atenção dos estudantes para reflectirem nos seus próprios processos de aprendizagem.
Comentário: Saber se o estudante estar ou não acompanhando todo o processo de aprendizagem na escola.

9 -  Todos os estudantes precisam certamente de adquirir destrezas em auto-gestão, auto regulação, aprendizagem contínua, auto- avaliação.
Comentário: Tem que buscar mais conhecimentos e mostrar serem aptos.

10 – Os webfolios devem ser implementados em todos os seus níveis de maturação.
Comentário: Devem ser atualizados na medida que se desenvolvem.
Referência:

Reis, M. I. (2006). Webfolio – instrumentos de avaliação autêntica. Braga, Minho, Portugal.

Decálogo do texto: Webfolios – instrumentos de ‘avaliação autêntica’

Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação
Departamento de Educação
Campus IV – Rio Tinto
Disciplina: Avaliação de aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino
Decálogo do texto: Webfolios – instrumentos de ‘avaliação autêntica’

1 – O webfolio é uma versão eletrônica do portefólio.
Comentário: Por que cada um apresenta diferentes trabalhos desenvolvido.

2 – Ao construir o seu web/portefólio, o estudante transforma-se num agente efectivo do seu processo de aprendizagem.
Comentário:  O estudante passa a ser mais formativo e criativo em cada processo de aprendizagem.

3 – O uso do portefólio traduziu-se numa mudança das abordagens quantitativas para as qualitativas na avaliação das aprendizagens.
Comentário: Passou a ser melhor porque com essas qualidades gera mais conhecimentos para a avaliação em cada aprendizagem.

4 - O professor é um transmissor de conhecimentos num horário pré-fixado.
Comentário: O professor tem o horário estipulado para passar tudo o que ele sabe.
5 – Ao aluno competirá tentar adquirir o conhecimento transmitido.
Comentário: O aluno vai adquirir conhecimento de acordo com a sua capacidade.

6 – Os testes sumativos avaliam práticas atomizadas do conhecimento.
Comentário: é preciso passar por testes para avaliar as práticas de cada conhecimento.

7 - A ‘avaliação autêntica’ pode promover oportunidades de aprendizagem para além da sala de aula.
Comentário: Não só em sala de aula como também em outros ambientes de aprendizagem.

8 – A escola deve chamar a atenção dos estudantes para reflectirem nos seus próprios processos de aprendizagem.
Comentário: Saber se o estudante estar ou não acompanhando todo o processo de aprendizagem na escola.

9 -  Todos os estudantes precisam certamente de adquirir destrezas em auto-gestão, auto regulação, aprendizagem contínua, auto- avaliação.
Comentário: Tem que buscar mais conhecimentos e mostrar serem aptos.

10 – Os webfolios devem ser implementados em todos os seus níveis de maturação.
Comentário: Devem ser atualizados na medida que se desenvolvem.
Referência:

Reis, M. I. (2006). Webfolio – instrumentos de avaliação autêntica. Braga, Minho, Portugal.

Estudo do Texto: Situando avaliação.

Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação
Disciplina: Avaliação de Aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino

Estudo do Texto: Situando avaliação.

1-      Relacione a avaliação e o nosso cotidiano.
R: A avaliação acontece a todo momento e em várias atividades da nossa vida. Praticamos a avaliação quando estamos em uma fila de banco ou de supermercado: para alguns, o atendimento é rápido; para outros, pode ser percebido como lento.
2-      Relacione a avaliação na escola.
R: A avaliação é intencional e sistemática e os julgamentos têm muitas consequências, algumas positivas, outras negativas.
3-      O que é avalição formal? Cite exemplos.
R: É um tipo de avaliação que costuma receber nota, conceito ou menção. Por meio de provas, exercícios e atividades quase sempre escritas, como produção de textos, relatórios, pesquisas e etc.
4-      O que é avaliação informal? Cite exemplos.
R: É aquela que se dá pela interação de alunos com professores. Quando o professor circula pela sala de aula observando os alunos trabalharem.

5-      Benefícios da avaliação informal.
R: O benefício da aprendizagem (avaliação informal) se dá por meio de que o aluno recebe encorajamento.
- Manifesta paciência, respeito e carinho ao atender as suas dúvidas;
- Elogia a alcance dos objetivos da aprendizagem;
- Providencia os materiais necessários à aprendizagem.
6- Prejuízos que a avaliação informal pode causar.
R: A avaliação informal ocorre o não-aproveitamento das suas apreciações e considerações. Emitem-se mais desencorajamentos do que encorajamentos. A avaliação informal pode contribuir para a formação do autoconceito positivo ou negativo.
7-      Para que serve à avaliação?
R: Serve para que se conheça o que o aluno já aprendeu e o que ele ainda não aprendeu.
8-      Avalia-se o que?
R: Avalia-se, para saber como foi desenvolvido o trabalho pedagógico de toda a escola e o da sala de aula.

9-      Características da avaliação formativa.
R: -É conduzida pelo professor (esta é a principal);
-Destina-se a promover a aprendizagem;
- Na avaliação formativa, capacidades e idéias que, na avaliação somativa, poderiam ser classificadas como “erros” fornecem informações diagnósticas.
10- Quais os dois paradigmas apresentados pela autora no texto sobre a avaliação?
R: Paradigma tradicional da avaliação, e paradigma que busca a avaliação mediadora.
11-  O que a autora menciona sobre a prova?
R: A prova é um instrumento que pode ser útil quando seus resultados são associados aos de outros procedimentos.
12-  O que é necessário para que os professores modifiquem suas práticas?
Eles devem estar atentos para identificá-los, registrá-los e usá-los em benefício da aprendizagem.
13-  Qual a importância do Feedback?
R: A atenção da aprendizagem para os propósitos formativos.


Referência:
VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.




Síntese reflexiva do vídeo: De Luckesi – Sobre Avaliação de Aprendizagem

Aplicadas e Educação
Departamento de Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Educação
Disciplina: Avaliação de aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino

Síntese reflexiva do vídeo: De Luckesi – Sobre Avaliação de Aprendizagem

           O vídeo foi sobre a avaliação de aprendizagem e seus principais pontos e aspectos, abordando temas como, o exame e seus aspectos e características e a conduta do professor e aluno as formas das metodologias utilizadas pelos professores, o retorno da verificação da aprendizagem dos alunos, etc.
          A avaliação da aprendizagem seria a vir ser uma parte ou uma especificidade da área da avaliação, um tópico mais distinto e específico da avaliação. Avaliamos nas escolas, ruas, feiras, teatros, etc. Contudo a característica principal do ator por si só de avaliar, baseia-se consequentemente em conseguir um diagnóstico de uma experiência sempre em busca de um resultado mais satisfatório. Diagnosticando sempre os projetos que estão contribuindo para aprendizagem. Diagnosticar a aprendizagem que está ocorrendo, tomar decisões que melhorem essa aprendizagem sempre em busca de um resultado satisfatório.
        Em outras palavras o objetivo principal da avaliação é proporcionar sempre decisões que produzam um resultado satisfatório. Pois sempre praticamos a avaliação que é os exames, porque atrás dela existe um sistema que inclui as notas, boletins e as médias entre outros. Muitas vezes pratica-se a avaliação, mas não se avalia, e sim se usam os exames, e sempre existe esse equívoco entre o ato de avaliar e examinar.
       O exame, ou ato de examinar, tem três características principais, ele está dividido em três partes básicas: Pontual: Nesse aspecto o que realmente vem a valer, e o que realmente interessa é o agora. O que aconteceu alguns minutos atrás, horas ou dias, ou o que virá a acontecer, não interessa. Classificatório: Em outras palavras aprovado/reprovado, os exames classificam o indivíduo com aprovações ou reprovações, em sua maior parte sempre com uma escala de notas que vão de zero à dez e consequentemente vem o histórico junto as médias obtidas durante todo o processo. Seletivo: Existe uma grande seleção por trás desse método, o exame coloca fora uma grande parte ou uma parte de uma população de determinada cidade, município ou região. O exame coloca muitos para fora e poucos para dentro. Contudo isso os exames são muito seletivos e excludentes.
       E por outro lado a avaliação em contrapartida tem três características contrárias à do exame. Não pontual: Enquanto isso no exame o que realmente interessa é o aqui e o agora, na avaliação o que se passou, o que se passa e o que se passará é aceitável. No ato de examinar geralmente dizemos: Você não é capaz, enquanto no avaliar: você ainda não sabe. Pois depois virá a aprender. Sempre praticando um processo educativo. Dinâmica: A avaliação diagnostica e não classifica, para que sempre exista uma possibilidade de melhoria. Includente: A avaliação é includente. Sempre traz pra dentro. A forma de como o professor devia ser, seria ser unicamente constante apenas de avaliar e não a de examinar. A pedagogia que se pratica nos dias de hoje ainda vem ser aquela existente dos séculos XVI E XVII, junto com a sociedade burguesa, surgindo assim os exames.
Os exames é um forte instrumento de controle disciplinar, sempre baseado junto ao medo, ameaça ou punição e com isso consequentemente se tornaram um verdadeiro instrumento de controle da classe. Porém se o aluno só se baseia em sua aprendizagem em prol de apenas a obtenção de notas, essa forma de avaliar afeta o interesse do aluno em aprender pelo seu enriquecimento do seu conhecimento, quando apenas ele estuda por apenas a obtenção da ou das notas, sem se importar com a sua aprendizagem ou não.
       A pedagogia tem um certo entendimento filosófico do ser humano que ele é dado pronto ou já vem pronto para uso e os exames se encaixam nessa mesma pedagogia. Fundamento da pedagogia atual é o seguinte, esteja pronto. Para se trabalhar com a avaliação é necessário que se esteja em mente uma pedagogia construtiva, o professor/educador deve ter um papel de extrema importância na vida do educando/aluno, ser participativo, acolhedor, ajudar, confrontar, etc. O papel de um verdadeiro professor é aquele que acolhe um aluno como ele realmente é.
      A avaliação diagnostica para reorientar, ajudar. O que realmente deve ser diferente nos aspectos dos diagnósticos dos professores, são que primeiramente, deve- se haver uma carta encomodação da parte do professor esse seria o primeiro e o principal aspecto dessa mudança, e o mais importante, cabe a destacar, mudar seus planejamentos, a sua postura e conduta diante as diferentes dificuldades encontradas por seus alunos, o planejamento seria um ato consciente incluso nele e a avaliação e a ação.




Referência:
Avaliação de aprendizagem, Cipriano Luckesi, séries encontros
https://www.youtube.com/watch?v=NbHdgMGV1y0.


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Estudo do Texto: Situando o portfólio

Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Aplicadas e Educação
Disciplina: Avaliação de Aprendizagem
Professor: Joseval Miranda
Aluna: Digelvânia da Silva Clementino

Estudo do Texto: Situando o portfólio

1-      O que é um Portfólio?
R: É um dos procedimentos de avaliação condizentes com a avaliação formativa.

2-      Outras formas de denominar o Portfólio?
R: Porta-fólio ou portfólio, é uma “pasta de cartão usada para guardar papéis, desenhos, estampas etc”. Conjunto ou coleção daquilo que está ou pode ser guardado.

3-      De onde se originou o uso do Portfólio em educação?
R: Originariamente, o portfólio é uma pasta grande e fina em que os artistas e os fotógrafos iniciantes colocam amostras de suas produções. Em educação, o portfólio apresenta várias possibilidades; uma delas é a sua construção pelo aluno.

4-      Diferença entre Portfólio de arquivo de trabalhos?
R: Um arquivo é simplesmente uma coleção de trabalhos dos alunos. Um portfólio não é apenas um arquivo, mas é parte de um processo de avaliação que ensina os alunos a avaliar e apresentar seus próprios trabalhos.

5-      Alguns objetivos comuns quanto ao uso do Portfólio.
R: - Procuram motivar os alunos menos capazes ao fornecer-lhes “algo para mostrar por seus esforços”, além do que poderia, de outra forma, ser uma série decepcionante de notas e níveis;
- Estimulam e apresentam alguma forma de reconhecimento dos resultados e êxitos além do domínio acadêmico;
- Fornecem evidências mais diversificadas da competência do aluno e do sucesso ao público externo, como pais e empregadores.
6-      Cite os cinco elementos que o trabalho como Portfólio oferece.
R: - Em primeiro lugar, cabe destacar que o uso do portfólio beneficia qualquer tipo de aluno: o desinibido, o tímido, o mais e o menos esforçado.
- Em segundo lugar, os alunos declaram sua identidade, isto é, mostram-se não apenas como alunos, mas como sujeitos dispostos a aprender.
- Em terceiro lugar, as atividades escolares levam em conta as experiências vividas pelo aluno fora da escola, dando sentido à sua aprendizagem.
- Em quarto lugar, o aluno percebe que o trabalho escolar lhe pertence; portanto, cabe-lhe responsabilidade por sua execução.
- Em quinto lugar, como o portfólio motiva a aluno buscar formas diferentes de aprender, suas produções revelam suas capacidades e potencialidades, as quais poderam ser apreciadas por várias pessoas.
7-      Quais os princípios norteadores para o trabalho com o Portfólio? Explique cada um deles.
R: - Decide se a prova será inteiramente objetiva ou subjetiva ou se serão incluídas questões dos dois tipos;
- Seleciona os conteúdos das questões;
- Determina o dia e o horário da sua aplicação, sua duração e o espaço a ser utilizado pelo aluno para dar suas respostas.
8-      Segundo a autora Klenowski, o trabalho com o Portfólio se baseia em seis princípios. Quais são?
R: - Promove nova perspectiva de aprendizagem;
- É um processo;
- Incorpora análise do desenvolvimento da aprendizagem;
- Requer auto-avaliação;
- Encoraja a seleção e a reflexão do aluno sobre o seu trabalho;
- Considera os professores como facilitadores da aprendizagem.

9-      O trabalho com o Portfólio pode ser feito por um professor ou somente por vários?
R:Não é necessário que todos os professores de uma mesma escola iniciem o trabalho ao mesmo tempo. O necessário é que a equipe compartilhe a mesma fundamentação teórica.
10-  Como ajudar os alunos avaliar o seu próprio trabalho com o Portfólio?
R:Cabe ao professor orientá-los na descoberta dos requisitos necessários à produção de um trabalho considerado adequado.
11-  Quais os componentes de um Portfólio?
R:Os componentes são as melhores produções do aluno, por ele próprio selecionadas, com base nos objetivos de aprendizagem e nos critérios de avaliação formulados com sua participação. Os primeiros itens a serem colocados no portfólio são as produções iniciais obtidas no começo do ano.
12-  O professor deve inserir itens no Portfólio do aluno?
R:Essa inserção é questionável. Ela poderia fazer com que o aluno sentisse que aquele trabalho não lhe pertence inteiramente.
13-  Quais alguns descritores de avaliação do Portfólio em cursos superiores?
R: - Cumpre os propósitos gerais
- Cumpre o propósito específico
- Apresenta análise do material incluído
- Apresenta textos escritos com correção.
14-  Quais algumas dificuldades citadas pela autora na construção de Portfólios nos cursos superiores?
R: - A sobrecarga de trabalho para mim e o engajamento dos alunos.
- A tendência que os alunos têm de dar ao portfólio o formato de coletânea de textos e relatos.
- A falta de hábito dos alunos de escrever.
- Falta de tempo.
15-  Trabalhar com o Portfólio significa assumir riscos. Quais riscos a autora menciona no texto estudado?
R: - Trata-se de um procedimento de uso recente; poucos professores e escolas o conhecem ou já o desenvolveram;
- Pelo fato de o portfólio quase não ser conhecido por pais e alunos, a tendência é a manutenção da crença de que a prova é o procedimento mais sério;
- A decisão de usar o portfólio deve partir da escola. O planejamento do trabalho deve ser de sua responsabilidade. Os órgãos gestores deverão fornecer a ajuda solicitada por ela.


Referência:

VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. Portfólio, avaliação e trabalho pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.